Psicoterapia com crianças
Criança nem sempre conta com palavras o que está acontecendo. Conta brincando, desenhando, repetindo uma cena. O atendimento acontece por aí, e os responsáveis têm um espaço próprio de conversa ao longo do processo.
Psicoterapia de orientação psicanalítica para crianças e adultos, e supervisão de casos clínicos. No consultório perto do Metrô Sumaré, em São Paulo, e também online.
Toque nas opções que se parecem com o seu momento. A mensagem já vai escrita para o meu WhatsApp. Assim você não precisa começar do zero.
A conversa é sobre
O que tem pesado
Todas de orientação psicanalítica: o ponto de partida é o que você tem a dizer, no seu tempo, sem roteiro de perguntas.
Criança nem sempre conta com palavras o que está acontecendo. Conta brincando, desenhando, repetindo uma cena. O atendimento acontece por aí, e os responsáveis têm um espaço próprio de conversa ao longo do processo.
Um horário por semana reservado para você falar do que vier: do que parece bobagem, do que se repete e do que você nunca disse em voz alta. O que aparece ali vai construindo o caminho, sessão a sessão.
Para psicólogas e psicólogos que querem pensar um caso com alguém: os impasses do manejo, o que trava, o que a gente sente e não sabe onde colocar. Também para quem está começando e quer sustentar a própria escuta com mais firmeza.
Uma perda desarruma o dia, o sono, a memória e o lugar que a gente ocupava na própria vida. Às vezes a dor chega atrasada, meses depois, quando todo mundo em volta já voltou ao normal. Às vezes ela vem misturada com raiva, alívio ou culpa, e essas também são partes do luto.
Luto não é só a morte de alguém. Pode ser o fim de uma relação, uma mudança forçada, uma perda de saúde, um projeto de vida que não vai acontecer. Em qualquer um desses casos, existe um trabalho a ser feito, e ele não se faz sozinho nem contra o relógio.
Aqui, luto não é um problema a ser corrigido. É uma história que precisa de tempo e de alguém para escutá-la.
Boa parte do meu trabalho é com pessoas negras. Isso muda o que pode ser dito na sala.
Não é um atendimento separado nem um pacote à parte: é o modo como trabalho. O que você traz não precisa ser encaixado num tema para ter lugar, e nada do que pesa é pequeno demais para entrar na sessão.
Nenhuma etapa exige que você saiba explicar o que está sentindo.
Pode ser uma mensagem curta. Não precisa contar a história toda por escrito: dali combinamos o melhor horário para conversar.
Um encontro para você falar do que te trouxe e para a gente ver, juntos, o que faz sentido daqui em diante. Se for para criança, converso primeiro com quem cuida dela.
O acompanhamento acontece num horário reservado para você. Frequência e valores são combinados diretamente comigo, antes de começar.
Sigilo é uma obrigação profissional, prevista no Código de Ética do psicólogo, e vale também para o atendimento de crianças e adolescentes.
Sou psicóloga, professora e supervisora de psicologia. Atendo crianças e adultos em psicoterapia de orientação psicanalítica e supervisiono casos clínicos de outros profissionais.
O ensino e a supervisão fazem parte do meu trabalho pelo mesmo motivo que a clínica: acredito que pensar um caso com cuidado, seja o meu ou o de quem me procura, é o que sustenta uma escuta que serve para alguma coisa.
Atendo no consultório perto do Metrô Sumaré, em São Paulo, e também online, por vídeo, para quem mora longe ou tem uma rotina que não cabe no deslocamento. Se você chegou até aqui e está em dúvida se é o momento, me manda uma mensagem: a primeira conversa serve exatamente para isso.
É um encontro para você falar do que te trouxe, do jeito que der. Não existe forma certa de começar, e não tem questionário para preencher. Ao final dessa conversa a gente combina se e como seguir.
Não tem prazo definido, e desconfie de quem der um. O tempo depende do que aparece no percurso e é conversado entre nós ao longo do acompanhamento, inclusive a hora de terminar.
Prefiro tratar disso diretamente com você, porque depende da modalidade e da frequência. Me chame no WhatsApp que eu explico tudo antes de marcarmos qualquer coisa.
Sim, e isso ajuda. Criança costuma lidar melhor com o que é nomeado do que com o que é escondido. Na primeira conversa com os responsáveis a gente pensa junto como contar, com as palavras da idade dele.
O divã é uma possibilidade, não uma obrigação: a maior parte dos atendimentos acontece sentado, conversando. E o passado entra na medida em que ele aparece no que está te acontecendo hoje, não como uma volta obrigatória à infância.
Pode, e não precisa avisar antes nem justificar. Esse é um dos assuntos que aparecem com frequência no meu consultório e ele é escutado como parte da sua história, não como um tema à parte.
Fica. O sigilo é uma obrigação prevista no Código de Ética Profissional do Psicólogo e se aplica a tudo que é dito na sessão, com as poucas exceções que a própria lei determina para situações de risco de vida.
Atendo. As sessões online acontecem por vídeo, em horário combinado, e valem para psicoterapia de adultos e para supervisão de casos. Para atendimento de crianças a gente conversa antes sobre o que faz mais sentido em cada caso.
Se existe risco imediato para você ou para alguém, procure ajuda agora: CVV — 188 (gratuito, 24 horas, também por chat em cvv.org.br) ou SAMU — 192. Este site é um canal de agendamento, não um serviço de emergência, e não substitui atendimento imediato.
Rua Veríssimo Glória, 165
São Paulo — SP
A poucos minutos a pé da estação Sumaré do Metrô (Linha 2 — Verde).
Por vídeo, com a mesma frequência e o mesmo cuidado do presencial. Serve para quem mora em outra cidade, viaja com frequência ou não consegue encaixar o deslocamento na rotina.
Os horários disponíveis mudam conforme a agenda da semana. Me chame no WhatsApp que eu te passo as opções abertas.
Você não precisa chegar com o assunto organizado, nem saber dizer o nome do que está sentindo. Basta mandar a mensagem, e o resto a gente constrói na conversa.